“Temos enorme interesse, não só com o PMDB, mas com os demais partidos, inclusive até com o PSDB. O que importa pra gente é um novo projeto para a cidade”, afirmou, em meio às conversas com possíveis aliados para o pleito municipal, em outubro. A hipótese é considerada improvável. Os tucanos andreenses ainda tentam viabilizar, na figura do vereador Paulinho Serra, uma pré-candidatura própria, frente à sombra do PTB em um acordo para contar com o apoio do governador Geraldo Alckmin.
“Ele (Carlos Grana (PT)) é um republicano, mas no sentido político é algo complicado. É uma possibilidade distante”, citou Serra. Apesar da negativa inicial, ele deixou nas entrelinhas a possibilidade de apoio, mesmo que improvável atualmente. “Pensando na cidade, eu não fecho a porta para ninguém”, citou. Essa mínima chance é encarada nos bastidores como um possível “troco” à articulação que vem sendo especulada em torno do apoio de Alckmin a Aidan.
Neste sentido, Paulinho Serra deixou no ar o recado. “Não dá para ficar com alguns grupos que estão no poder. Não falo nem do próprio prefeito, mas há quem esteja aí só para sugar e tirar da cidade”, criticou o tucano.
PMDB - nos bastidores é dada como certa a composição entre petistas e peemedebistas na região, parte de um efeito cascata a um acordo entre as partes em São Paulo. Na Capital, Fernando Haddad (ex-ministro da Educação) e Gabriel Chalita, recém-filiado ao PMDB para concorrer à Prefeitura de São Paulo. Assumidamente favorável à parceria, Grana sinaliza para conversas com o PMDB andreense, mas somente quando partido deixar a base governista. “Só podemos nos manifestar quando ele tiver uma posição, quando houver definição se vai continuar com o governo atual ou se vai buscar outro caminho”, disse.
Com informação: Rafael Nunes - Repórter Diário e Foto: Marciel Peres









